É minha a matéria orgânica do amanhã,
e tenho nas mãos a centralização dos átomos
na atmosfera perdida do meu espaço.
Verei a acumulação dos dias se findando,
e terei mesmo assim, que fechar meus olhos
pra não ser a única testemunha do caos dos nossos
tempos...
Sendo assim protegida pelo estúpido silêncio da minha agônia.
Adriana Duarte.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
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