Nosso amor horizontal tinha que ser efêmero.
Em vão eu o quis arquitetar de pé como uma torre, em vão o envolvi de nuvens brancas de sonhos e o enchi de cantos esvoaçantes.
Tu o quiseste horizontal, como devem ser as coisas que nascem no tempo já em posição para morrer.
( Poema de J.G. de Araujo Jorgedo livro "ESPERA..."- 1960 )
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